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Vigilância Epidemiológica

Última atualização em Quarta, 23 de Novembro de 2022, 13h48 | Acessos: 66681

Índice de Artigos

 IMUNIZAÇÃO

As ações de vacinação são coordenadas pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, que tem como objetivo erradicar, eliminar e controlar as doenças imunopreveníveis no território brasileiro.

A vacinação é a maneira mais eficaz de evitar diversas doenças imunopreveníveis, como varíola (erradicada), poliomielite (paralisia infantil), sarampo, tuberculose, rubéola, gripe, hepatite B, febre amarela, entre outras.


Calendários de Vacinação

O calendário de vacinação brasileiro é aquele definido pelo Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde (PNI/MS) e corresponde ao conjunto de vacinas consideradas de interesse prioritário à saúde pública do país. São distribuídos gratuitamente nos postos de vacinação da rede pública. Confira, abaixo os calendários de vacinação da criança, adolescente, adulto, idoso e gestante.

Calendario g

  • Raiva

A raiva é uma doença infecciosa viral aguda grave, que acomete mamíferos, inclusive o homem, e caracteriza-se como uma encefalite progressiva e aguda com letalidade de aproximadamente 100%. É causada pelo Vírus do gênero Lyssavirus, da família Rabhdoviridae.

IMPORTANTE: A raiva é de extrema importância para saúde pública, devido a sua letalidade de aproximadamente 100%, por ser uma doença passível de eliminação no seu ciclo urbano (transmitido por cão e gato) e pela existência de medidas eficientes de prevenção, como a vacinação humana e animal, a disponibilização de soro antirrábico humano, a realização de bloqueios de foco, entre outras.

 

Como a raiva é transmitida?

A raiva é transmitida ao homem pela saliva de animais infectados, principalmente por meio da mordedura, podendo ser transmitida também pela arranhadura e/ou lambedura desses animais.

 

Segue o calendário de pré e pós exposição

 

 

Leia mais:

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/r/raiva-1/raiva
 

Nota Informativa nº 26-SEI/2017-CGPNI/DEVIT/SVS/MS, de 17 de julho de 2017 



Eventos Adversos Pós-Vacinação

A vacinação segura constitui componente prioritário do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde do Brasil, o qual procura garantir a utilização de vacinas de qualidade; aplicar, rigorosamente, as boas práticas de imunização; monitorar os eventos adversos pós-vacinação (EAPV) que, por ventura, possam ocorrer; além de fortalecer alianças com os meios de comunicação com mensagens claras sobre as estratégias, prioridades e segurança da vacinação.

Entende-se por evento adverso pós-vacinação (EAPV) qualquer ocorrência clínica indesejável em indivíduo que tenha recebido algum imunobiológico. Um evento que está temporalmente associado ao uso de uma vacina nem sempre tem relação causal com a vacina administrada. Esses eventos podem ser relacionados à composição da vacina, aos indivíduos vacinados, à técnica usada em sua administração ou a coincidências com outros agravos.

A partir de sua localização, os eventos adversos podem ser locais ou sistêmicos e, de acordo com sua intensidade, podem ser leves, moderados ou severos (graves). De acordo com o Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação, é considerado evento adverso grave aquele que:

  1. Necessite de hospitalização por pelo menos 24 horas;
  2. Gere incapacidade significativa ou persistente (sequela);
  3. Resulte em anomalias congênitas;
  4. Cause ameaça à vida (necessidade de intervenção imediata para evitar o óbito);
  5. Leve ao óbito.

Leia mais:

Manual de Vigilância Epidemiológica de Eventos Adversos Pós-Vacinação

 

Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais - CRIE

A Portaria MS nº 48, de 28/07/2004, institui as diretrizes gerais para o funcionamento dos CRIE. Estes possuem os objetivos de:

  1. Facilitar o acesso da população, em especial dos portadores de imunodeficiência congênita ou adquirida e de outras condições especiais de morbidade ou exposição a situações de risco, aos imunobiológicos especiais para prevenção das doenças que são objeto do Programa Nacional de Imunizações - PNI;
  2. Garantir os mecanismos necessários para investigação, acompanhamento e elucidação dos casos de eventos adversos graves e/ou inusitados, associados temporalmente às aplicações de imunobiológicos.

As indicações para os imunobiológicos especiais estão normatizadas no Manual dos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais - CRIE, do Ministério da Saúde.

Como proceder para obter os imunobiológicos do CRIE:

  1. Ser atendido por médico nas unidades de saúde ou na rede particular de atendimento (consultório particular, clínicas particulares ou hospitais particulares);
  2. O médico responsável pela assistência ao paciente deverá preencher, assinar e carimbar o formulário de solicitação de imunobiológicos;
  3. Com o formulário preenchido em mãos, o paciente deve se dirigir à unidade de Saúde para envio da solicitação ao CRIE .
  4. Aguardar resposta do CRIE pela UBS e comparecer para a vacinação quando convocado;

Leia mais:

Manual dos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais


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